“Você já se sentiu partindo ao meio? Você já se sentiu fora de lugar? Como se de alguma forma você não fosse daqui e ninguém te entendesse?
“Só me fala que vai me aturar. Aturar todas as minhas crises de ciúmes, meus momentos - não tão raros - sem paciência, as minhas desconfianças e meus surtos de insegurança. Aturar meus dramas, minhas teimosias, minha arrogância, minhas piadas sem graça e o meu não-romantismo. Aturar todos os meus tipos de provocação, meu amor por outras pessoas, minhas mudanças inconstantes de humor e de temperamento. Aturar minha mente confusa, minha memória irritante, minha sinceridade exagerada. Aturar quando eu falar que te amo mais e também quando eu não falar que te amo. Aturar e segurar tudo não por mim, nem por você… Mas por nós.
— Tati Bernardi.
“Eu precisei de você e você nunca esteve aqui. Eu senti sua falta, todos os dias, e não significou nada. Eu chorei, por muito tempo, e você não se importou.
— Tati Bernardi
“Só me fala que vai me aturar. Aturar todas as minhas crises de ciúmes, meus momentos - não tão raros - sem paciência, as minhas desconfianças e meus surtos de insegurança. Aturar meus dramas, minhas teimosias, minha arrogância, minhas piadas sem graça e o meu não-romantismo. Aturar todos os meus tipos de provocação, meu amor por outras pessoas, minhas mudanças inconstantes de humor e de temperamento. Aturar minha mente confusa, minha memória irritante, minha sinceridade exagerada. Aturar quando eu falar que te amo mais e também quando eu não falar que te amo. Aturar e segurar tudo não por mim, nem por você… Mas por nós.
— Tati Bernardi.
“Meu quarto. A melhor coisa que havia ali era a cama. Gostava de ficar deitado por horas, mesmo durante o dia, com as cobertas puxadas até o queixo. Era bom ficar ali, nada acontecia por ali, nenhuma pessoa, nada.
— Bukowski.
“No fundo eu quero dizer “Me impede de ir. Fica parado na minha frente e fala que eu tenho lugar por aqui”. E acabo calada, porque não faz sentido dizer tudo isso.
— Verônica Heiss
“Vou abandonar esse corpo, essa vida; Vou sumir como se nunca tivesse existido. Vou alugar uma brecha de espaço entre o agora e o nunca, vou morar no infinito das dúvidas, na sombra do eterno passageiro, onde o sol nasça uma ver por ano para me tirar a noite, pra me roubar a Lua. E se um dia, por ventura, a vida quiser me visitar, que entre sem bater, vou deixar as janelas abertas, pra que pule logo que possa, bagunce, se esparrame, quebre tudo, mas que fique; E se a ilustre visita for do amor, mande-me cartas avisando sua chegada, telefone, sinal de fumaça, não sei, mas avise, urgentemente, pra que eu possa reforçar as correntes do portão, comprar novos cadeados, fechar as cortinas e apagar todas as luzes antes que escureça… pra que quando ele venha chamar pelo meu nome, ache que não te ninguém em casa, dê as costas, e vá embora sem deixar recados, nem saudade, nem estragos —como sempre foi de costumar fazer.
“Se duas pessoas são feitas para ficar juntas, um dia acharão o caminho de volta.
— Gossip Girl.